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Japão = < Taxa de Natalidade e > Taxa de Suicídio

3 04e pmbWed, 04 Jun 2008 18:19:02 +000019Quarta-feira 04e 2008

Um relatório divulgado nesta quarta feira,04, mostra que o Japão enfrenta uma taxa de natalidade muito baixa. Em 2007 nasceram 1.089.745 bebês, 2.929 a menos que no ano de 2006.
Isso porque os casais estão optando por vidas mais livres e as mulheres estão encontando dificuldades para trabalhar e cuidar dos filhos.
Já o número de suicídio aumentou em 856 novas mortes, totalizando 30.777. O Japão só perde, em números de suicídios, para a Rússia.
O motivo de tantas mortes foi o estouro da bolha econômica, em 1980, que deixou muitos japoneses endividados. Mas o governo promete diminuir o número de suicídios em 20% até 2016, detectando pessoas com problemas psicológicos.

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Usuários de maconha tem o célebro encolhido? A ciência explica

3 04e ambWed, 04 Jun 2008 02:30:10 +000030Quarta-feira 04e 2008

Cientistas da Universidade de Melbourne, na Austrália, divulgaram estudo que afirma que fumar maconha com freqüência e por pelo menos dez anos pode encolher partes do cérebro que controlam a memória, emoções e o impulso de agressividade. Segundo o artigo publicado nesta terça-feira pela revista Archives of General Psychiatry, a conclusão foi obtida a partir da análise de imagens, feitas por ressonância magnética, do cérebro de usuários da droga: todos fumavam mais de cinco cigarros por dia durante dez anos.

De acordo com os cientistas, os usuários tinham um hipocampo (parte do cérebro que comanda o desenvolvimento de emoções e memória) 12% menor do que os não fumantes. Além disso, a amígdala cerebelar (que controla o medo e a agressividade), era 7% menor, em média.

A pesquisa, realizada com 15 usuários da droga e 16 pessoas que afirmaram nunca ter utilizado maconha, apontou também que os usuários tiveram um pior desempenho em testes de memória verbal. “Ainda que o uso moderado não leve a efeitos neurotóxicos significativos, os resultados sugerem que o uso diário em excesso pode ser tóxico ao tecido do cérebro humano”, avisa o estudo.

Fonte: Revista Veja

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ઇ‍ઉ Televisão ઇ‍ઉ

3 27e pmbTue, 27 May 2008 19:37:57 +000037Terça-feira 27e 2008

História da Televisão no Brasil

Em 18 de setembro de 1950 o Brasil passou a fazer parte dos poucos paises que já possuíam televisão.

A idéia de trazer a TV para o Brasil foi de Assis Chateaubriand, que trouxe toda a aparelhagem só que no dia que estava marcada a estréia da televisão no Brasil reparou que não havia aparelhos para as pessoas assistirem. Então Assis Chateaubriand importou duzentos aparelhos de televisão e espalhou em estabelecimentos comerciais pela cidade.

A TV Tupi foi à primeira emissora de televisão do Brasil, o primeiro programa transmitido procurou explicar o que a televisão poderia trazer aos lares das pessoas, teatro, esportes, humor e música popular. Esse programa foi apresentado por Homero Silva e ao final da apresentação dizia: A televisão é tudo isso, em espetáculos diários que irão ter ao recesso do lar de um imenso público. A televisão é alegria, é cultura, é divertimento.

Dificuldades não faltaram no início da TV, e a primeira foi no dia da estréia, onde uma das câmaras quebrou e o americano técnico responsável se recusou a consertar. Sendo o primeiro programa apresentado apenas com uma câmara. Apesar das dificuldades a TV agradou.

As transmissões tinham um horário limitado era das 18 h as 23 h, não se tinham experiências com o veiculo e nem pessoal especializado. Começaram a se trazer profissionais do radio, do jornalismo e do teatro para fazer parte da programação da TV, e como os programas eram ao vivo as falhas técnicas e humanas eram inevitáveis.

Publicidade na TV

Desde o inicio não faltaram os comerciais, pois Chateaubriand, para financiar a implantação da TV, vendeu antecipadamente um ano de publicidade para algumas empresas.

As publicidades eram feitas por belas moças com roupas de gala, as vezes não muito adequadas para anunciar produtos como detergentes ou geladeiras. Elas não escapavam dos imprevistos como pratos inquebráveis que se quebravam, portas de modernas geladeiras que emperravam entre outros.

Fabricação dos primeiros aparelhos no Brasil

A partir de 1951, começaram a ser fabricados os primeiros aparelhos nacionais, da marca Invictus os mais acessíveis ao bolso da população. As vendas aumentavam devido aos anúncios nos jornais, apesar dos preços ainda serem altos. Ter uma televisão em casa era sinal de status e símbolo social. As famílias se reuniam em volta do aparelho junto com parentes e vizinhos, essa reunião recebeu o nome de televizinho.

Programas da TV

ü Shows Musicais: Desfile de Melodias; Clube dos Artistas e Antártica no Mundo dos Sons.

ü Programas Infantis: Circo na TV; Fuzarca e Torresmo; Sitio do Pica-Pau Amarelo e O Clube do Papai Noel.

ü Jornalismo: Imagem do Dia (Pioneiro); Mappin Movietone e Repórter Esso.

ü Humor: A Bola do Dia com Walter Stuart.

ü Romântico: Alô Doçura com John Hebert e Eva Wilma.

O maior sucesso de audiência foi o programa O Céu é o Limite, onde os participantes respondiam perguntas de temas de sua escolha e graça a sua cultura podia ganhar uma fortuna.

O teatro sempre fez parte da televisão brasileira, algumas peças eram transmitidas direto do palco ou com suas montagens originais pelo Grande Teatro Tupi. Peças como de Shakespeare eram adaptadas para televisão, porém os textos nem sempre eram compatíveis com os recursos técnicos e de montagem: cenários precários, câmaras pesadas de difícil movimentação e lentes sem zoom.

Telenovelas

Sua vida me pertence (1951) foi a primeira telenovela que ia ao ar duas vezes por semana, ao vivo e teve entre 20 e 30 capítulos. Levando ao ar o primeiro beijo na televisão entre o galã Walter Foster e a atriz Vida Alves.

Expansão da Televisão no Brasil

A televisão se expandiu rapidamente:

ü Em 1951 foi inaugurada a TV Tupi do Rio de Janeiro.

ü Em 1952 a TV Paulista, canal 5.

ü Em 1953 a TV Record de São Paulo.

ü Em 1955 a TV Rio (RJ) e a TV Itacolomy (BH).

ü Em 1959 a TV Excelsior em São Paulo.

No governo JK ele pretendia com a industrialização levar a televisão para todos os lugares do Brasil, mas o alcance da televisão ainda era muito limitado em relação ao tamanho do país. Concentrou-se apenas nas grandes cidades, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e a programação tinha caráter local.

A Praça da Alegria apresentada e idealizada por Manoel de Nóbrega foi o programa que marcou a TV Paulista, mas tinha outro grande sucesso Circo do Arrelia que depois passou a fazer parte da programação da TV Record.

A TV Record, por sua vez, surgiu apoiada pelo prestigio da Rádio Record, e sua linha de programação era a musical e a humorística, apresentou cantores como Maisa, Elisete Cardoso, Inezita Barroso e Conjunto Farroupilha.

Em 1956, a TV Tupi realizou algo inusitado, a primeira transmissão interestadual: o jogo Brasil X Itália do Maracanã para São Paulo. O jeito foi bem brasileiro, o técnico da Tupi, Reinaldo Paim, instalou antenas de tela de galinheiro em Ilhabela e Itupeva e os telespectadores assistiram, pela primeira vez, um jogo do Maracanã em transmissão direta. Os técnicos americanos chamaram essa experiência de Vôo do Besouro, porque este, como ensina a aerodinâmica, não teria condição de voar e voa.

Apesar do aparecimento de novas emissoras, a Tupi dominou a televisão brasileira na década de 50 e foi marcada pelo seu emblema de indiozinho.

Década de 60

O movimento de 1964, pois fim ao populismo e ao governo de João de Goulart e iniciou mais um período de forte centralização política, com a liberdade cercada e os meios de comunicação sobre controle. Esse modelo político fortaleceu o capitalismo e deu entrada a capitais estrangeiros. Os meios de comunicação sofreram ainda mais a invasão norte-americana. A televisão, o rádio, a imprensa sofreram censura, qualquer critica ou notícia “inconveniente” não era divulgada. Esses meios de comunicação recorriam a metáforas para dar os seus recados.

O pais foi tomado por uma forte tendência nacionalista e a musica popular respondeu revelando novos talentos de compositores e interpretes. Os festivais empolgavam o público a partir de 1965 e consagraram Chico Buarque, Edu Lobo, Elis Regina entre outros. O público participava lotando os auditórios, organizando torcidas, aplaudindo e vaiando, esse público era de classe média, isso indicava a defesa da música popular brasileira em relação a invasão da música estrangeira.

A TV Record fez um programa para um público mais jovem, a Jovem Guarda, que revelou ídolos como Roberto Carlos e Vanderléa.

Nos anos 60 Hebe Camargo se consagrou como entrevistadora num programa com excelente suporte de produção.

Programas dos anos 60

ü Praça da Alegria que se transferiu para a TV Record na apresentação de Manoel de Nóbrega.

ü Família Trapo com alguns humoristas como Ronald Golias e Jô Soares.

A Grande Conquista

O vídeo-tape foi a grande conquista dos anos 60 para a televisão brasileira, com ele se tinha melhor qualidade dos programas que podiam ser vistos em quase todo o país, acabou os imprevistos e improvisos.

Chico Anísio aproveitou a novidade e em seu programa Chico Anísio Show, vivia, ao mesmo tempo, vários personagens. As montagens que a gravação permitia causavam grande admiração no público.

As telenovelas passaram a ocupar um espaço na programação diária. A TV Excelsior foi a primeira emissora a transmitir uma novela diária 2-5499 Ocupado (1963).

TV Excelsior

A TV Excelsior foi responsável por grandes sucessos como Ambição e A Deusa Vencida que marcaram o inicio da carreira de Ivani Ribeiro como autora de novela. Revelou atores como Stênio Garcia, Regina Duarte, Juca de Oliveira entre outros.

O telejornal seguia o padrão norte-americano muito bem feito visualmente e controversial. As noticias eram acompanhadas de comentários de especialistas confrontando opiniões. A equipe de jornalistas contava com João Batista Lemos, Fernando Pacheco Jordão e Fernando Barbosa Lima.

O famoso Times Square era um programa de entrevista e musical que contava com artistas do teatro, cinema e da própria televisão.

Estratégia de audiência era algo utilizado pela Excelsior, colocar artistas fazendo propaganda da emissora, aparecendo em meios aos comerciais para dizer “Eu também estou no 9”; tinha a programação horizontal (repetição de um mesmo programa todos os dias no mesmo horário) isso atraia a atenção dos expectadores.

Problemas nas Emissoras

O descontrole financeiro e as dificuldades técnicas foram problemas vividos pela maioria das emissoras.

ü A TV Excelsior se encerrou em 1969 por motivos políticos.

ü A Record terminou a década de 60 em condições muito difíceis, incêndios (em 66/68 e em 71/77) destruíram instalações e equipamentos.

ü A TV Tupi começou a sofrer os efeitos da transferência do controle do “império associado”, o que levou ao seu fim em 1980.

Surgimento de Novas Emissoras

Enquanto as principais emissoras do país estavam em crise surgiam outras, as TVs Educativas:

ü A TV Cultura, canal 2 – Fundação Padre Anchieta.

ü Em 1967 a TV Bandeirantes de João Saad.

ü Em 1965 no Rio de Janeiro começou a funcionar a TV Globo de Roberto Marinho dono do jornal O Globo (1925) e da Rádio Globo (1944).

TV como Empreendimento Comercial

A televisão já não tinha como prioridade a divulgação da arte, cultura, entretenimento e informação, e sim passou a ser um empreendimento comercial. Começaram as vendas de comerciais que iam de horários nobres aos não-nobres, estava valendo a filosofia de captar recursos.

A TV Globo comprou a TV Paulista e fez uma sociedade ilegal com a Time-Life, essa junção provocou até uma CPI, constatando que essa associação feria a Constituição. Em 1969 a Globo, finalmente, se nacionalizou, mas não se deixa dúvidas que esse acordo com a Time-Life beneficiou e muito a Globo e com a inauguração, em 69, da comunicação via satélite foi o passo que faltava para o crescimento da Globo.

A Poderosa – Era Globo

Em 1º de setembro de 1969 foi ao ar, em rede nacional, a primeira transmissão do Jornal Nacional.

A Rede Globo começava a conquistar o país, criou logotipos para identificar a emissora. O vídeo-tape ajudou a espalhar a marca Globo e isso cresceu ainda mais com a utilização da cor na tv.

A década de 70 foi marcada pelo patriotismo, o otimismo do “Brasil, ame-o ou deixe-o”, “Ninguém segura este país”. E a Globo mostrava um Brasil com suas belas imagens, sem pobreza, doenças e problemas sociais.

Programação Globo

ü Globo Shell – atual Globo Repórter

ü Vila Sésamo – programa infantil

ü Fantástico (1973)

ü A Grande Família – que mostrava o cotidiano de uma família classe média, com todos os problemas e dificuldades da maioria dos telespectadores.

Telenovelas Globais

As telenovelas se tornaram o centro da programação: as primeiras produções Véu da Noiva (1969) e Irmãos Coragem (1970/1971).

ü As 6 horas novelas românticas: Senhora, A moreninha e A Escrava Isaura.

ü As 7 horas temas mais leves e com um toque de humor: Estúpido Cupido, Te Contei? e Marrom Glacê.

ü As 8 horas era vez da novela principal, com temas complicados, amores proibidos, triângulos amorosos, temas que chamasse a atenção do público: Selva de Pedra, Pai Herói e Pecado Capital.

ü As 10 horas temas mais adultos, mais ousados: O Bem Amado (primeira novela em cores), Gabriela e O Grito.

As novelas sempre foram de uma forma de distribuir ilusões e afastar as pessoas dos problemas reais. A imagem de belos carros, ambientes luxuosos e roupas elegantes.

Jornalismo líder de audiência

Na década de 70 os programas de jornalismo tinha uma atenção especial da Rede Globo, principalmente o Jornal Nacional, líder de audiência, apresentado sempre por homens “sérios”, bem vestidos, as notícias eram lidas com voz sempre tranqüila e tinham cenas mais adequadas ao modelo de país que se pretendia ser.

O presidente Médici comentava os noticiários assim: “São verdadeiros tranqüilizantes para mim. Vejo tanta noticia ruim sobre a Irlanda, Vietnã e no que respeita ao Brasil está tudo em paz”. Só o que ele deve ter esquecido que sua tranqüilidade devia-se ao trabalho da censura. Censura que era aplicada inclusive em novelas.

Sucesso Absoluto e sem Ameaças

Devido o seu sucesso assegurado e sem ameaças, a Rede Globo ousou, apresentando seriados brasileiros como: Malu Mulher, Carga Pesada e Plantão de Policia. Algumas minisséries fazia parte de sua programação no início dos anos 80: Quem ama não mata, Avenida Paulista e outras.

A censura já estava leve,mas a Globo se prendia aos velhos tempos, a censura interna era maior que a anterior. Mas não tinha porque se preocupar, o seu domínio continuava, e cumpria seu papel desde os anos 70 quando se tornou “a concretizadora, ao nível imaginário, dos sonhos e promessas do milagre brasileiro, que concretamente não se cumpriam”.

Resumo sobre Televisão

Bibliografia

Lima, Sandra Lúcia Lopes; Comunicação e Época / Sandra Lúcia Lopes Lima – 1. Ed. – São Paulo: Catálise, 2002

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ઇ‍ઉDe olho na Amazôniaઇ‍ઉ

3 27e pmbTue, 27 May 2008 16:30:03 +000030Terça-feira 27e 2008

O pré-candidato democrata, a presidência dos Estados Unidos, Barack Obama deu um aviso ao governo brasileiro, que a Amazônia não é só dos brasileiros e sim do mundo.
Dois grandes jornais, The New York Times e The Independent também concordaram com a versão de Obama em que a Amazônia é riqueza demais para deixar nas mãos dos brasileiros.
Por ter a maior biodiversidade do Planeta, a Amazônia é alvo da biopirataria. Já foi preso um biólogo alemão tirando aranhas para pesquisa, e três empresas estrangeiras - duas japonesas que patentearam o cupuaçu e o açaí, e uma americana que usurpou o veneno de uma espécie de rã que servia como analgésico - perderam o direito das patentes desses tesouros brasileiras na Justiça.
Na verdade os maiores destruídores da Amazônia não são só os madeireiros e sim os estrangeiros.

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ઇ‍ઉ Xiiiii que zica ઇ‍ઉ

3 12e ambMon, 12 May 2008 01:36:36 +000036Segunda-feira 12e 2008

Parece que os times paulista estreiram com pé esquerdo no Campeonato Brasileiro.

O São Paulo perdeu para o Grêmio; da mesma forma Palmeiras em relação ao Coritiba e o Santos foi batido pelo Flamengo.

O que será que aconteceu hein?? Mas o campeonato só está começando tem muita bola para rolar ainda.

Vamos times paulista reação.

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ઇ‍ઉ Duelo Brasileiro ઇ‍ઉ

3 08e pmbThu, 08 May 2008 17:56:42 +000056Quinta-feira 08e 2008

Na próxima quarta feira, 14, será dois times brasileiros na disputa de mais uma fase na Libertadores.

O São Paulo que ganhou do Nacional do Uruguai por 2 X 0 no Morumbi.

Já o Fluminense ganhou do Atlético Nacional da Colombia nesta terça feira, 6.

Qual dois dos times continua na disputa e esperar os jogos para saber.

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ઇ‍ઉ Presente de Dia das Mães ઇ‍ઉ

3 08e pmbThu, 08 May 2008 17:47:12 +000047Quinta-feira 08e 2008

“Presente do Dia das Mães” Esta foi a homenagem que as presas fizeram a Isabella Nardoni, pela prisão do pai Alexandre Nardoni e da madrasta Anna Carolina Jatobá, na noite desta quarta feira, 7.

O casal saiu algemado e em carros separados do prédio que estavam em Guarulhos.

O promotor Cembranelli apontou como provas contra o casal laudos periciais e versões de testemunhas. Alexandre e Anna Carolina negam o crime e afirmam que o crime foi cometido por uma terceira pessoa –assaltante ou desafeto–, que invadiu o apartamento.

A prisão foi decretada pelo juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de Santana (zona norte), que considerou o casal insensível e “sem moral”.

“Deixa transparecer que se tratam de pessoas desprovidas de sensibilidade moral e sem um mínimo de compaixão humana, ainda mais em se tratando do fato de que a vítima seria filha de um deles e enteada do outro”, afirmou o juiz em sua decisão.

Fonte: Folha On

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ઇ‍ઉEntrevista com João Batista Nataliઇ‍ઉ

3 02e ambFri, 02 May 2008 02:55:41 +000055Sexta-Feira 02e 2008
Entrevista com o Jornalista João Batista Natali - Jornalismo Internacional

1) Nome completo: João Baptista Natali Júnior (eu suprimo o “p” de Batista, pra deixar de lado um anacronismo, e o Júnior, porque meu pai, quando vivo, não era da área, e não poderia ser confundido comigo)

2) Cidade: São Paulo

3) Data de nascimento: 26 de abril de 1948

4) O que levou o senhor a escolher jornalismo?

A minha primeira opção de carreira teria sido o Itamaraty. Mas no final dos anos 60 a diplomacia brasileira estava sendo manipulada pelo regime militar, que confundia política de governo com política de Estado (esta última independe do regime). Assim, em 1966, eu prestei dois vestibulares, ambos na USP. Passei em direito, São Francisco, e na ECA. Comecei a cursar as duas faculdades em 1967. Mas em outubro arrumei meu primeiro emprego em jornal e abandonei o curso de direito.

5) Qual o seu primeiro trabalho como jornalista?

Fui convidado para ser repórter da sucursal paulista da Ultima Hora/Rio. Meu primeiro trabalho foi cobrir a estréia da peça de Plínio Marcos, Dois Perdidos Numa Noite Suja.

6) Como era o dia-a-dia de um jornalista interncaional antes do aparecimento da Internet? E hoje?

Basicamente não era tão diferente assim. Meu primeiro emprego na área internacional foi já na Folha, a partir de julho de 1969. Eu fui redator de Mundo. O que se exigia, então, era um conhecimento bem mais amplo daquilo que era oferecido pelas agências de notícias. Era preciso passar algumas horas por semana no Banco de Dados (o arquivo e biblioteca do jornal), pesquisando textos de especialistas. Hoje em dia tudo isso é muito mais rápido, já que se consegue entrevistar quase diariamente especialistas em determinados assuntos, via e-mail. Eles nos conhecem, sabem da importância do jornal e são muito atenciosos.

7) No seu livro o senhor explica a relevância de cada notícia, entre tantas qual o seu método utilizado na seleção dessas notícias?

Em verdade a seleção é feita pela editora, Cláudia Antunes. Eu sou uma espécie de repórter/redator mais experiente e recebo os assuntos e o tamanho dos textos finais com os quais trabalharei. Com relação à seleção, há coisas óbvias. Por exemplo: entre a entrevista que a AFP fez com o embaixador da Nicarágua na Venezuela e um incidente que gerou 50 mortos na Faixa de Gaza é evidente que o segundo assunto será o mais importante que o primeiro. Há nesses critérios coisas que objetivamente não podem ficar de lado: o programa nuclear do Irã, as eleições presidenciais americanas, a crise sistêmica na Bolívia, os problemas sociais do modelo chileno, a Europa quando gente como Sarkozy, Berlusconi ou Merkel estão em evidência. E de vez em quando outros países entram com força na pauta, como o Zimbábue, o Afeganistão e assim por diante. Em geral, as agências apenas nos pautam. Os jornalistas precisam buscar algo como dois terços do texto final em fontes próprias, que podem ser enciclopédias, contatos pessoais, centros de estudos (dentro e fora dos EUA) e assim por diante.

8 -  O que o senhor mais valoriza no cenário internacional como notícia? Alguma vez essa notícia já teve que ser descartada por parte do jornal?

Antigamente “notícia” era aquilo que se enquadrava na Guerra Fria. A Nicarágua, por exemplo, era importante porque refletia o conflito entre Cuba e os Estados Unidos. Hoje as coisas são mais complicadas. São sistematicamente notícias questões ligadas à guerra contra o terrorismo. O extremismo islâmico também assumiu esse papel. O Oriente Médio é sempre notícia porque todos os problemas regionais continuam sem solução (Israel x Palestinos, Síria x Israel, Hizbollah x Governo do Líbano, Irã e seus planos hegemônicos para a região). Nunca descartamos, tampouco, questões de nossos vizinhos próximos, como o Paraguai e a Argentina.

9) Ao longo de sua carreira o senhor já sofreu algum tipo de censura?

Claro que sim. Durante o regime militar existiam assuntos que a Polícia Federal proibia, como manifestações de intelectuais brasileiros contra os Estados Unidos durante a Guerra do Vietnã. No Iraque, na única oportunidade em que lá estive, os teletipistas se recusaram a transmitir dois textos meus que eram desfavoráveis à ditadura de Saddam Hussen. Mas foram casos excepcionais. Em geral os censores não ligavam muito para o noticiário internacional

10) Qual foi sua reportagem mais marcante?

É muito difícil escolher. Mas eu diria que, em termos emocionais, foi a cobertura da vitória eleitoral das esquerdas, em 1981, na França. Mitterrand foi eleito presidente da República. E o país se tornou um imenso palco de festas. A esquerda não chegava ao poder desde 1936, com a Frente Popular, chefiada pelo socialista Leon Blum.
11) E qual mais lhe impressionou?
Creio que foi a Guerra das Malvinas, em 1982. Não foi uma guerra na qual eu participei de modo direto. Eu era na época editor de Mundo. Sabia que os britânicos eram muito mais poderosos. Mas fiquei impressionado com a rapidez com que venceram a Argentina, que poderia se abastecer em bases terrestres bem mais próximas do palco dos confrontos. Fora da política internacional, e como repórter de política, impressionei-me em 1985 com a eleição de Tancredo Neves no Colégio Eleitoral. O Brasil delirou por poder pôr fim ao regime militar. Também adorei certas reportagens mais “National Geographic Society”, como os três dias em que passei, em 1986, numa aldeia ianomami, em Roraimas.

12) Existe algum tipo de pressão por parte da redação na cobertura de grandes eventos?

A idéia de “pressão” está ultrapassada. As direções dos jornais impõem critéris e exigem que eles sejam seguidos. São critérios sobre formas de apuração, sobre o apartidarismo no momento de redigir. Não há normas relativas a eventos específicos (campeonato brasileiro de futebol, caso Isabella, etc.). Nunca recebi de meus patrões um “cardápio pronto”, que precisaria apenas ser preenchido com palavras.

13) Existe muita especulação na imprensa internacional? Como lidar com ela?

A especulação é um modo legítimo de dar ao leitor as alternativas a fatos que podem gerar dúvidas. Hillary ou Obama? Sarkozy ou Ségolène? Israel ou palestinos? Ahmadinejad ou políticos iranianos reformistas? Tudo isso faz parte da política internacional. O jornalismo está nesse bolo. Não tem tanta autonomia assim.

14) Quais os riscos que um jornalista pode sofrer estando fora de seu país?

Em princípio, nenhum. Mesmo quando está cobrindo guerras. No Líbano, o hotel dos jornalistas era respeitado pelas milícias e por israel, no início dos anos 80. Na primeira guerra do Iraque (1991), os jornalistas acompanhavam, a certa distância, as vanguardas aliadas que combatiam as forças de Saddam, que haviam invadido o Kuait. Há pouquíssimos jornalistas que morrem em fogo cruzado. São exceções absolutas à regra. Claro que se eu for à Itália e tentar investigar “por dentro!” a Máfia eu poderei me envolver em encrencas. Mas meu jornal - e os outros jornais - não exporiam jornalistas a perigos assim.

15) O que o senhor tem a dizer do jornalismo internacional no rádio, na televisão e nos jornais?

No rádio e na TV o noticiário obedece bem mais as normas narrativas da celebridade. “Bush disse tal”; Abbas “se zangou”. Não há muita profundidade. Alguns sites da internet e sobretudo os jornais têm a possibilidade de aprofundar mais os fatos.

16) Qual sua previsão para as mudanças que vem ocorrendo no jornalismo?

Não creio que ele irá mudar. Ele ficará do jeito que está hoje, com uma divisão entre nichos: papel e tinta (jornais e revistas), eletrônico (internet) e audiovisual (rádio e TV). São três formas diferentes, e com profundidade também diferenciada, de se fazer jornalismo. O público tem um cardápio a escolher. E estará sempre relativamente bem-servido.

17) Para finalizar, o que o senhor diria para um jovem brasileiro que está iniciando no jornalismo? Quais são suas dicas e sugestões?

O jornalista não é um especialista em nada. Mas ele precisa ter cultura. Não necessariamente da área que pretenderá cobrir. A cultura nos dá formas ampliada e diferenciadas de raciocínio. Um jornalista da área econômica que entenda de poesia inglesa do século 19 é um jornalista de maior capacidade de compreensão que outro interessado apenas no desempenho do Palmeiras. É preciso ler e gostar de história. Ler e gostar de literatura. Nunca deixar de ter acesso a bons escritores, que nos fornecem formas mais ampliadas de escrita. Há os jornalistas “de sucesso” (os que ganham R$ 40 mil por mês na TV Globo) que não são necessariamente os melhores jornalistas. Os melhores são aqueles que utilizam a bagagem cultural que reuniram para transmitir ao leitor uma visão mais sofisticada. Um exemplo: eu posso ser um especialista em Itali Svevo. Jamais citarei numa reportagem trechos de “O Leopardo”. Mas eu terei um diferencial narrativo importante a oferecer a meus leitores, mesmo que eles não saibam que Svevo foi um dos maiores escritores italianso. O mesmo vale para Oscar Wilde, para Machado de Assis, para Eça de Queirós, para Cristóvão Tezza, para Guimarães Rosa. Meu conselho é sempre o mesmo: leiam, e leiam muito. Não conheci um bom jornalista em meus 48 anos de carreira que não lesse ao menos um livro por semana. É isso.

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ઇ‍ઉ Jornalismo Internacional ઇ‍ઉ

3 02e ambFri, 02 May 2008 02:09:17 +000009Sexta-Feira 02e 2008

No final dos anos 60 um mapa-múndi com um coração pulsando dentro dele era uma característica comum entre redatores e editores de Jornalismo Internacional.

O engajamento em suas vidas eram uma forma de conhecimento do mundo, era também uma condição de entender o que acontecia fora do Brasil, mas não era uma ferramenta de trabalho para o jornalista. O engajamento sentimental, naquela época, era tão natural quanto torcer para um time de futebol. Mas a partir dos anos 80 isso começou a mudar, o engajamento começou a sair de moda, e a relação do jornalista com o mapa-múndi não era mais a mesma, aquele coração pulsando dentro dele não existia mais. O amor pela história estava se esfriando, porém a relação do Jornalismo Internacional com a história ainda é constante, necessári e fundamental.

É impossivel entender o que acontece no Oriente Médio sem ter ao menos um pouco de conhecimento do que foi o Império Otomano, que existiu a partir de 1290 e em 1923 concluiu seu longo processo de desintegração, o que levou a França e o Reino Unido a dividirem entre si a vasta região. A França, coube o Líbano e a Síria. Londres ficou por sua vez com o Iraque, a Palestina c a Transjordânia. Bem mais que esferas explícitas de influência, há nessa estrutura de protetorado um pouco dos problemas que nos interpelam hoje, como o fato de os curdos terem ficado sem Estado próprio e se tornarem coletividades problemáticas no Iraque e na Turquia.

É absolutamente equivocada a idéia que jornalista lida só com atualidade, essa atualidade pode ser parte visível de seu trabalhos, mas é incompetência não ter em nossas pautas um contexto histórico por trás de uma notícia, contexto este que não vem nas notícias enviadas pelas agências internacionais. Não precisamos ser diplomados em história ou em relações internacionais. O que não podemos deixar é que essa chama da curiosidade se apague.

A curiosidade pela história é o primeiro atributo para um bom jornalista na área de Jornalismo Internacional.

Fonte: Jonalismo Internacional - João Batista Natali

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ઇ‍ઉ Em busca da morte ઇ‍ઉ

3 23e pmbWed, 23 Apr 2008 16:26:47 +000026Quarta-feira 23e 2008

É incível como existe doido para tudo nesta vida.

O Padre Adelir Antonio de Carli de 42 anos, resolveu sair voando por ai e desde domingo está desaparecido. O objetivo do padre era bater um recorde de passar 20 horas no ar voando com balões cheios de gás hélio, balões de festa. Mas parece que a inovação do padre não deu muito certo não, o tempo não ajudou e levou o padre ao lado oposto da rota prevista, foi em direção ao mar. O grupo de resgate já encontraram alguns balões boiando no mar, mas nada do padre. Segundo um comandante da aeronáutica para se fazer um voo desses tem que ter pelo menos mil horas de voo em balões pois senão vai de encontro com a morte mesmo, pois não sabe utilizar os instrumentos de localização e pode subir mais que o possivel e ficar sem oxigenio, assim morrendo por falta de ar. Tomara que o padre seja encontrado com vida e não decida ir para o céu mais cedo.